Júlio Resende: La naturalidad al improvisar al piano

Júlio Resende y Agustín Manuel Martínez
Es un placer y un honor compartiros hoy una entrevista exclusiva a un pianista creativo como pocos hay. Su estilo improvisatorio es magistral. 

El pianista portugués Júlio Resende, que está acompañando actualmente (y desde siempre) a Salvador Sobral en sus giras, nos desvela algunas de sus experiencias e influencias musicales.

(Recordaros que podéis usar si lo deseáis el traductor automático multilingüe que hay arriba a la derecha)

¿Cuál es la primera experiencia que recuerda con la música?
Olá, gracias pelo convite. Bien, a minha primeira experiência musical é com o meu pai a tentar ensinar-me a melodia do Bailinho da Madeira, uma canção tradicional da ilha da Madeira. 

Meu pai cantando e a tentar descobrir as notas no piano (porque ele não tocava piano) e depois a tentar ensinar-me. E foi assim, a tocar de ouvido que começou toda a minha vida musical. 

¿Qué personalidad musical cree que le influyó más en su carrera?
Tenho uma paixão imensa por toda a música, por toda a história da música, desde Bach ao Jeff Buckley, desde Silvia Perez Cruz a Amalia Rodrigues, desde Monk a Mompou. Nao consigo escolher ou identificar nada mais relevante. Todas as boas coisas que escuto me inspiram. 

Penso apenas que mais importante que toda lá musica que escutei, é toda a vida que vivi e que vivo, e o modo pessoal como sinto as coisas: porque isso é o que de facto cria mais musica. 

¿Cuál era el estilo o el compositor que más le gustaba estudiar de joven?
Chopin. Tinha uma linhas melódicas incríveis, belos acordes, e uma melancolia que ia muito de acordo com a minha juventude na altura: o adolescente romântico à procura das chaves da vida que fui. Agora sei que perderam todas as chaves (risos) mas nunca perderemos as ganas de as procurar. E ainda bem! 

¿En qué repertorio se siente más a gusto en la actualidad?
En mis próprias composições, porque são a coisa mais pessoal que tenho para dar. Tenho vários discos com composições originais: os meus discos de Jazz e o meu disco de rock com a banda Alexander Search. 

Mas me sinto também muito bem a improvisar e viajar através das composições clássicas do Fado. Como lo fiz em meu disco “Amália por Júlio Resende”. 
Também me sinto muito confortável a tocar com o Salvador Sobral, grande músico. 

Cuéntenos, por favor, alguna experiencia o anécdota que le venga a la memoria que tenga que ver con el piano (en algún curso, o concierto...)
Bem, não estava a conseguir lembrar-me de nada... Mas agora lembrei-me que uma vez quando era pequeno estava a tocar uma invenção do Bach num recital juvenil, estava muito nervoso, com vários alunos, e a meio da peça não me recordava do que vinha a seguir, bloqueei. 🙂 Nao tinha a partitura comigo, estava a tocar de memória. 

E por isso, como bloqueei, improvisei, intentando dar a mesma identidade musical do que estava a tocar à minha improvisação. Não correu muito bem, mas também não correu muito mal. Os professores até acharam graça. Mas com isso percebi melhor que tinha mais naturalidade para improvisar do que para tocar cosas já compostas. 🙂

¿Qué opina de la situación actual de la enseñanza del piano y la música?
Na minha opinião há uma coisa muito importante que gostava de partilhar e que penso hoje em dia está mais trabalhada nas escolas: a música é uma arte para o ouvido, e como tal penso que seria importante não fazer as crianças e as pessoas aprenderem música através da leitura visual da música, mas sim através da escuta de coisas simples e tentarem imitar o que ouvem, em vez de imitarem o veem. 

Bem, passa simplesmente por colocar as pessoas a tocar de ouvido, a brincar com o instrumento, assim como uma criança brinca com o telecomando da televisão e descobre todas sus possibilidades.

¿Cree que es útil conocer recursos sobre improvisación? ¿Por qué?
Sim, o jazz por exemplo me ensinou muito sobre improvisação. Mas a mais verdadeira improvisação é quando já não pensamos em nada, juntamos tudo o que sabemos, de todos os géneros musicais e de toda a vida emocional, e apenas arriscamos lançar-nos de cima do muro à espera de voar, ou à espera de cair sem nos magoarmos muito 🙂 

¿En qué medida cree que es necesaria la creatividad para el pianista?
É tão necessária para um pianista como para outra pessoa qualquer em sua vida. Todas as pessoas adoram a criatividade. As pessoas adoram surpresas. Eu apenas julgo que intentar ser artista é nunca nos esquecermos de tentar melhorar a nossa criatividade em casa dia, mês, anos. 

¿Qué consejo o recomendaciones daría a los que empiezan ahora a estudiar el piano?
Que nunca se arrependerão. 🙂 Só se arrependeram até hoje as pessoas que ainda não conseguiram estudar música. É um sonho de muitas pessoas aprenderem musica. Por isso, Força! 

¿Quiere añadir algo más sobre su relación con la música?
É uma relação fundamental para a minha alegria, os meus dias são muito mais felizes porque posso tocar piano. Espero que se mantenha assim. 

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Musicógrafo influencer. Distinguido en Global Music Awards (EEUU). 1er Premio Concurso Piano Maestro Serrano. Especializado en Falla. Estrena Improvisaciones Albéniz y Granados (Boileau). Revistas: Música y Educación, Allegro, Ad Libitum, Polifonía y ArtsEduca. Coautor: 29 Maneras concebir silencio (Univ. Jaume I), Canto Natural (Bromera). Coord: Los poetas ante la música (Bubok). Autor: Piano Creativo (Rivera), Piano Español (Lulú) y Aprende a Improvisar al Piano (Redbook)

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